IV CONGRESSO DE DIVERSIDADE CULTURAL E INTERCULTURALIDADE DE ANGRA DOS REIS - DEMOCRACIA E DIREITOS HUMANOS

Publicado por Bianca Letícia Granja Vale em 28/9/2019

IV CONGRESSO DE DIVERSIDADE CULTURAL E INTERCULTURALIDADE DE ANGRA DOS REIS DEMOCRACIA E DIREITOS HUMANOS De: Quinta-feira, 7 de Novembro de 2019 18:06 à: Sábado, 9 de Novembro de 2019 22:06 IV CONGRESSO DE DIVERSIDADE CULTURAL E INTERCULTURALIDADE DE ANGRA DOS REIS DEMOCRACIA E DIREITOS HUMANOS

IV CONGRESSO DE DIVERSIDADE CULTURAL E INTERCULTURALIDADE DE ANGRA DOS REIS - DEMOCRACIA E DIREITOS HUMANOS


APRESENTAÇÃO

Desde o processo de redemocratização, consolidada com a Constituição de 1988, vivemos atualmente o momento de maiores retrocessos e ameaças a nossa democracia. O golpe parlamentar de 2016 desencadeou, primeiro, um governo ilegítimo de caráter privatista e contrário às garantias sociais e, em seguida, uma radicalização de políticas contra a democracia.

O caráter profundamente antidemocrático do atual governo passa por declarações que não existe racismo no Brasil, que defende que não deve haver nem um centímetro de terra demarcada para indígenas e quilombolas; que tem criminalizado professores, estudantes, ativistas e movimentos sociais; que corta verbas para a Educação; que elimina a agenda em defesa do meio ambiente; que tem buscado desmontar os sindicatos, com o fim da contribuição sindical descontada em folha; que procura eliminar a agenda de Direitos Humanos e das políticas para as mulheres e pessoas LGBTQ; que declara que a ditadura empresarial militar advinda do golpe de 1964 foi um bem para o Brasil e os torturadores deveriam ser considerados heróis… São tantos os ataques efetuados pelo atual governo contra as agendas fundamentais para a constituição de uma sociedade democrática que não caberiam nessa apresentação.
O fato é que o governo opera um processo de corrosão da democracia que tem como foco o ataque às agendas que servem de base para o estabelecimento da igualdade e que podemos reunir sob o que chamamos de Direitos Humanos. O ideário dos Direitos Humanos não deve ser visto como mera afirmação das igualdades em abstrato (como ocorre na abordagem conservadora sobre essas ideias), mas como horizonte de construção concreta da igualdade. A gramática dos Direitos Humanos ganha, portanto, realidade a partir das lutas concretas dos povos por seus direitos. No caso brasileiro, uma agenda de Direitos Humanos como fundamento para a construção de uma sociedade democrática passa pela luta contra o racismo, a violência de gênero, o machismo, a homofobia, a misoginia, a transfobia, bem como pela defesa dos direitos dos indígenas, dos povos tradicionais e dos movimentos por terra e moradia. Nossa formação escravocrata e colonial exige que a luta pela democracia seja a luta pelos Direitos Humanos encarnados por todas essas bandeiras. E é contra essas lutas que se engendram no Brasil os mecanismos da criminalidade violenta e da violência estatal. São os corpos dos jovens negros, das mulheres negras, dos/as homossexuais e dos/as transexuais que carregam as marcas dessas violências.
Diante desse cenário e dessas preocupações que definimos “Democracia e Direitos Humanos” como tema para o IV Congresso de Diversidade Cultural e Interculturalidade de Angra dos Reis. As questões da interculturalidade e da diversidade cultural e suas articulações com as lutas por direitos e igualdade são chaves importantes não apenas para que haja resistência aos ataques autoritários em curso, mas para que formulemos uma agenda de defesa e consolidação da democracia. Como forma de marcar esse posicionamento, em 2019, todas as mesas serão compostas por mulheres e a mostra de cinema (curtas) será apenas para realizadoras mulheres. Procuramos, com isso, simbolicamente, responder às lutas das mulheres e combater o preconceito de gênero e o feminicídio. É também uma forma de reconhecer que a luta das mulheres está na vanguarda dos horizontes de consolidação da democracia no Brasil.
O congresso deste ano se alinha, portanto, à urgência das lutas de defesa pela democracia que se adensam, como tem ficado demonstrado nas grandes manifestações em defesa da educação e contra a reforma da previdência. Esperamos que nossos debates e reflexões se articulem com as ações que abram espaço para a realização dos anseios populares por um país mais justo e democrático. Como no samba enredo campeão deste ano da Estação Primeira de Mangueira, pretendemos colaborar para a escrita da verdadeira história de nosso povo.


Desde 1500 tem mais invasão do que descobrimento
Tem sangue retinto pisado
Atrás do herói emoldurado
Mulheres, tamoios, mulatos
Eu quero um país que não está no retrato
Brasil, o teu nome é Dandara
E a tua cara é de cariri
Não veio do céu
Nem das mãos de Isabel
A liberdade é um dragão no mar de Aracati…


http://www.iear.uff.br/?q=noticias%2Fiv-congresso-de-diversidade-cultural-e-interculturalidade-de-angra-dos-reis

Inscrições até dia 05/10/219.

INSCRIÇÕES


LINK PARA INSCRIÇÃO PARTICIPANTE (CLIQUE AQUI)

LINK PARA INSCRIÇÃO DE TRABALHOS A SEREM APRESENTADOS (CLIQUE AQUI)

1 – PERÍODO: De 1º DE AGOSTO A 15 DE SETEMBRO DE 2019

2 – CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO

Poderão se inscrever para participação no IV Congresso de Diversidade Cultural e Interculturalidade de Angra dos Reis:

1. Profissionais da Educação

2. Estudantes de Graduação e Pós-graduação

3. Estudantes de Nível Médio

4. Qualquer pessoa que desenvolva ações ligadas às questões abordadas nos Eixos Temáticos, com ou sem escolaridade.

5. As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo site: www.iear.uff.br

6. Não será cobrado qualquer tipo de taxa de inscrição e ou participação.

7. A certificação de participação no Congresso será emitida pela Universidade Federal Fluminense – UFF.

3 – CONDIÇÕES PARA O ENVIO DE TRABALHOS NA MODALIDADE COMUNICAÇÃO ORAL E PÔSTER

a. Os trabalhos devem estar inscritos de acordo com os Eixos Temáticos e poderão ser apresentados por comunicação oral ou pôster.

b. Os trabalhos poderão ser fruto de: pesquisa, ação de extensão ou relato de experiência.

c. Cada autor (a) poderá apresentar até dois trabalhos, sendo um individual e outro como co-autor(a) em grupo de, no máximo, 4 pessoas.

d. A seleção dos trabalhos será realizada pelos coordenadores de eixo, através da apreciação dos resumos enviados no ato de inscrição.

e. A divulgação dos trabalhos aprovados para a apresentação será feita no site no DIA 10 DE OUTUBRO DE 2019.

f. O resumo enviado deverá seguir as normas abaixo:

· Título em letras maiúsculas.

· O nome do Eixo temático e o (s) nome (s) do/a (s) autor/a (es) e instituição/entidade deverá (ão) constar abaixo do título.

· O resumo para comunicação oral ou pôster deverá conter entre 25 e 30 linhas, não devendo ultrapassar uma página.

· Os resumos serão publicados nos Caderno de Resumos.

· O texto completo do pôster deverá conter: apresentação, objetivos, metodologia, resultados e ou considerações, bem como as ilustrações necessárias para a compreensão do trabalho. O tamanho do pôster não deverá ultrapassar a medida de 90 cm X 1,20 cm.

g. Os resumos deverão ser postados no site no ato da inscrição.

h. Os trabalhos inscritos estarão sujeitos à avaliação da Comissão Científica, considerando o conteúdo do Eixo Temático no qual o participante se inscreveu.

i. Os trabalhos enviados não serão devolvidos.

j. Não serão emitidos certificados de nenhuma natureza para autores que não estiverem devidamente inscritos no III Congresso de Diversidade Cultural e Interculturalidade de Angra dos Reis. No caso da inscrição de trabalho em grupo, o nome e a identificação de cada componente do grupo deverá constar no cadastro no ato da inscrição.

k. O tempo de apresentação de cada trabalho na modalidade Comunicação Oral, individual ou em grupo, será de, no máximo, 10 minutos, podendo ser reavaliado a critério dos coordenadores dos Eixos Temáticos.


Obs.: Os certificados serão entregues no próprio evento.



EIXOS TEMÁTICOS

1. Educação para as Relações Étnico Raciais.
Coordenadores(as):
Prof.ª Ma. Roseléa Aparecida Oliveira dos Santos – GPMC,
Prof.ª Ma. Norielem de Jesus Martins – SECT/GPMC
Ementa: O artigo 26- da LDB, por meio das leis 10.639/03 e 11.645/08,estabelece o ensino da História da África, e da História e Cultura afro-brasileira e Indígena nos sistemas de ensino. Compreendemos que ainclusão destas temáticas nas Diretrizes e Bases da Educação Brasileira,significa o reconhecimento da importância do combate ao preconceito, ao racismo e à discriminação. Essas leis são importantes instrumentos de orientação e de ação, pois são leis afirmativas, que promovem a necessária valorização das matrizes culturais que fazem do Brasil o país rico, múltiplo e plural que somos. Este Eixo Temático espera receber trabalhos que tratem de pesquisas e projetos que abordem a temática Afro e/ ou indígena na educação, bem como ações de combate ao racismo nas escolas e demais espaços educativos.

2. Práticas Socioeconômicas, Culturais e de Saúde Alternativas
Coordenadores(as):
Prof. Dr. José Renato Sant’Anna Porto – IEAR/UFF,
Profª Drª Mara Edilara Batista Oliveira – IEAR/UFF
Ementa: O sistema capitalista implementa uma forma avassaladora de domínio de mercado, produção e distribuição de bens e serviços, transformando tudo e todos em meras mercadorias, objetivando lucros fáceis. Para se contrapor a essas práticas, inúmeras atividades alternativas vêm sendo organizadas e praticadas por movimentos e pessoas, nas cidades e nos campos, em busca de uma vida melhor para os seres humanos e o planeta. Este GT pretende abrir espaços para a educação, debate e construção de diálogos que apresentem e fomentem ideias e propostas numa perspectiva alternativa ao que vem sendo praticado pelo sistema.

3. Territorialidade, Sustentabilidade, Identidades e Comunidades Tradicionais.
Coordenadores(as):
Prof. Dr. Lício Caetano do Rego Monteiro – IEAR/ UFF,
Ms. Rafael Ribeiro – SAPÊ,
Profª Franciane Torres – Rede Municipal de Ensino de Angra dos Reis
Ementa: As comunidades tradicionais têm assumido um protagonismo crescente na região da Costa Verde, através de lutas e atividades que envolvem diferentes aspectos da vida social da região. Sendo assim, este eixo discutirá as expressões destas comunidades e suas demandas em termos de territorialidade, sustentabilidade e identidade, palavras- chave nesse processo, que tende a se manifestar de forma decisiva na educação e na cultura local. Compreendemos que as territorialidades revelam a íntima relação entre a resistência de povos e culturas, a defesa de suas terras e as formas de organização de seus territórios e identidades, no qual as sustentabilidades aparecem também como um conceito em disputa seja na arena ambiental, seja nos aspectos econômicos e sociais.

4. Política LGBT, Gênero e Sexualidades
Coordenadores(as):
Profª Ma. Renata Carvalhaes;
Graduanda Maria Carolina Farnezi (UBUNTUFF),
Graduando Lucas Nascimento (Diversifica)
Wilza Lima dos Santos (Rede Formad/GPPFa/UNIRIO)
Ementa: Gênero e sexualidade são conceitos social e historicamente construídos sobre o prisma das diferenças biológicas e possuem complexas dimensões e interseções. Este eixo temático, portanto, se propõe a receber relatos de pesquisas e práticas que abarquem a construção das identidades de gênero, política LGBT, a sexualidade, o corpo, o impacto do racismo e sua interseccionalidade com outras formas de discriminação em nossa sociedade.

5. Direitos Humanos, Religiões e Religiosidades
Coordenadores(as):
Prof.ª Dr.ª Renata Silva Bergo – IEAR/UFF
Ementa: Este eixo espera receber trabalhos que abordem as religiões e religiosidades enquanto conhecimentos, que discutam o caráter laico da educação pública e as religiões, a intolerância religiosa e a diversidade na escola, bem como experiências de ensino religioso nos currículos escolares.

6. Movimentos Sociais, Direitos Humanos e Políticas Públicas de Acesso e Permanência na Educação de Jovens, Adultos e Idosos
Coordenadoras:
Prof.ª Ma. Leila Mattos Haddad de Monteiro Marinho – Fórum EJA Sul Fluminense,
Prof.ª Ma. Sandra Regina Cardoso de Brito – Fórum EJA Sul Fluminense,
Profa Ma. Eliana Teixeira – Secretaria Municipal de Educação de Angra dos Reis – SECT.
Ementa:Este eixo temático propõe-se a refletir sobre questões relacionados à educação como direito humano que contribui para ampliar o acesso à outros direitos, como saúde e justiça, por exemplo. Sob esse aspecto, a educação se circunscreve no campo das lutas sociais, sendo espaço de atuação dos movimentos sociais. Na Educação de Jovens e Adultos as lutas têm girado em torno do reconhecimento, nas políticas públicas de acesso e permanência na modalidade, da necessidade de problematizar a chamada evasão na EJA, compreendendo-a no âmbito de “idas e vindas” inerentes à complexidade da vida adulta, com vistas à flexibilização de processos que visam o acesso e a permanência e que trabalhem na perspectiva da busca ativa e da construção de propostas pedagógicas que considerem a diversidades de sujeitos que vivenciam a EJA, bem como suas necessidades e condições de vida e sobrevivência.

7. Educação no Campo, Indígena, Quilombola, Caiçara, Ilhas, Sertões, Populações Itinerantes.
Coordenadores(as):
Prof. Dr. Domingos Nobre (IEAR/UFF),
Profª Ma. Kátia Zéphiro (SEPE / GPMC)
Ementa: Este eixo temático busca abordar as variadas formas de pertencimento sociocultural dos atores que hoje lutam por políticas públicas específicas e universais de educação e cultura, que levem em conta e respeitem os contextos locais, cosmovisão, religiões, línguas e linguagens destes diferentes grupos sociais. Esperamos receber trabalhos que abordem, entre outros temas: a luta por direitos básicos em educação e cultura, o fortalecimento das identidades étnicas, os pertencimentos culturais, o direito à educação diferenciada, a luta pela terra, o respeito à diversidade cultural e religiosa, as manifestações culturais locais, bem como projetos educacionais e culturais voltados para essas populações.

8. Diversidade Cultural, Inclusão e Acessibilidade.
Coordenadores(as):
Profª Ma. Silvana Matos Uhmann – IEAR/ UFF,
Profª Ma. Kelly Maia Cordeiro- ObEE/UFRRJ.
Ementa: A partir da década de 1990, seguindo um movimento mundial, no Brasil são adotadas políticas cada vez mais direcionadas para a perspectiva inclusiva. Na direção de debater e avançar sobre as produções dessa temática, esse eixo espera receber trabalhos, provenientes de pesquisa acadêmica ou relato de experiência, que discutam a diversidade cultural, processos de inclusão social, processos de inclusão educacional, práticas de ensino em EE, políticas públicas para inclusão, avaliação educacional e tecnologia assistiva. No âmbito da escola, escolas especiais, do Atendimento Educacional Especializado, documentos oficiais entre outros.

9. Currículo, Práticas Pedagógicas e Interculturalidade.
Coordenadores(as):
Prof.ª Dr.ª Clarissa Craveiro – IEAR/UFF.
Prof. Dr. Adriano Vargas Freitas – IEAR/UFF.
Prof. Dr. William de Goes Ribeiro.
Ementa: No atual cenário educacional e político vivenciamos momentos de grandes embates envolvendo interesses conflituosos, que geram diversas propostas que envolvem finalidades educacionais distintas. Estas questões vão desde a implementação de uma Base Nacional Curricular Comum, até discussões envolvendo “escola sem partido”, passando por uma série de outros projetos que dizem respeito a “currículo”. Propomos neste GT discutir as múltiplas dimensões de currículo em diferentes contextos, de tal forma a abarcar o amplo “campo do currículo”, e especificidades em disputas. Pretendemos, em especial, atribuir visibilidade às pesquisas a partir do campo do currículo, cujos temas digam respeito à interculturalidade, considerando que as pesquisas recentes nesta área têm atribuído centralidade à dimensão cultural e às diferenças culturais, salientando a especificidade da discussão acadêmica em torno das políticas curriculares e dos seus efeitos nos diferentes enfoques e sistemas educativos, tais como: Formação de Professores, Práticas Pedagógicas, Etnomatemática, Etnociência, Educação de Jovens e Adultos, Educação para as Relações Étnico-Raciais, dentre outros.

10. Infância e Diversidade
Coordenadores(as):
Profª Drª Renata Lopes Costa Prado – IEAR/UFF;
Profª Drª Silmara Lídia Marton – IEAR/UFF
Ementa: A emergência dos estudos sociais da infância nas últimas décadas se deve, em grande parte, às críticas dirigidas à visão que historicamente as ciências sociais e humanas apresentaram sobre infância e crianças. A infância foi representada, em geral, como universal e biologicamente determinada. E as crianças, com frequência, foram silenciadas pelas teorias, vistas apenas como vir-a-ser, como futuros adultos, futuros cidadãos, tendo desconsiderada a sua participação na construção da história e da cultura. Com esse Eixo Temático espera-se receber trabalhos que, em consonância com os estudos sociais da infância, enfatizem as culturas das crianças, de diferentes pertenças étnico-raciais, e a participação delas na construção de culturas majoritárias, compartilhadas com os adultos. Entram aqui trabalhos sobre objetos, significados, brinquedos, brincadeiras, músicas e histórias que expressem o olhar de crianças, em contraste com a produção cultural de outros grupos geracionais, e que a partir disso tragam problematizações para se pensar a educação.

COMISSÃO ORGANIZADORA

Prof. Dr. Adriano Vargas Freitas – IEAR/UFF
Pedagogo Angelo Marcio da Silva – CEFET/RJ – Angra dos Reis
Prof. Dr. Augusto Lima – IEAR/UFF
Prof. Dr. Diogo Marçal Cirqueira – IEAR/UFF
Prof.ª Ma. Eliana de Oliveira Teixeira – SEC
Cineasta Fábio Martins – Quilombo do Campinho
Graduanda Bianca Leticia Vale - IEAR/ UFF - MARUFF
Profª Ma. Kátia Antunes Zephiro- SEPE ANGRA/ GPMC
Prof.ª Ma. Leila Mattos Haddad de Monteiro Marinho – FÓRUM EJA Sul Fluminense
Prof.ª Ma. Norielem de Jesus Martins – SEC/ GPMC
Pedagoga Ma. Silvia Bitencourt da Silva – GPMC/UFRRJ
Profª Ma. Wilza Lima dos Santos – Rede Formad/GPPFa/UNIRIO


COMITÊ CIENTÍFICO

Prof. Dr. Adriano Vargas Freitas – IEAR/UFF
Prof.ª Dr ª Clarissa Craveiro – IEAR/UFF
Prof. Dr. Domingos Nobre – IEAR/UFF
Prof.ª Ma. Eliana de Oliveira Teixeira – SECT
Prof.ª Franciane Torres – SEC/ PPGEDUC
Profª Ma. Kelly Maia Cordeiro – ObEE/UFRRJ
Prof.ª Ma. Leila Mattos Haddad de Monteiro Marinho – FÓRUM EJA Sul Fluminense
Prof. Dr. Lício Caetano do Rego Monteiro – IEAR/UFF
Graduanda Maria Carolina Farnezi – UBUNTUFF
Prof.ª Ma. Norielem de Jesus Martins – SEC
Psicóloga Renata Carvalhaes – UERJ
Profª Drª Renata Lopes Costa Prado – IEAR/UFF
Prof.ª Dr.ª Renata Silva Bergo – IEAR/UFF
Prof.ª Ma. Roseléa Aparecida dos Santos Oliveira – GPMC/UFRRJ
Pedagoga Ma. Silvia Bitencourt da Silva – GPMC/UFRRJ
Prof.ª Ma. Sandra Regina Cardoso de Brito – Fórum EJA Sul Fluminense
Profa. Drª Silmara Lídia Marton – IEAR/ UFF
Profª Ma. Silvana Matos Uhmann – IEAR/ UFF
Prof. Dr. William de Goes Ribeiro – IEAR/UFF

REALIZAÇÃO

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE ANGRA DOS REIS – IEAR
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE – UFF

PARCERIAS

Centro Acadêmico Manoel Moraes – CAMM
Centro Acadêmico Luísa Mahin – CALM
Centro Acadêmico Rui Ribeiro de Castro – CARRC
Centro de Educação Federal Tecnológica – CEFET Angra
Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro – CEDERJ
Coletivo de alunxs LGBT’s da UFF/IEAR – DIVERSIFICA
Coletivo de Estudantes Negros da UFF/IEAR- UBUNTUFF
Coletivo de Mulheres Negras Winnie Mandela
Conselho Municipal de Educação de Angra dos Reis – CMEAR
Diretório Acadêmico Florestan Fernandes- DAFF
Fórum de Comunidades Tradicionais – FCT
Moradia Autogestionária Retiro - UFF - MARUFF
Fórum EJA Sul Fluminense
Sociedade Angrense de Proteção Ecológica – SAPE
Secretaria de Educação de Angra dos Reis – SEC
Sindicato dos Trabalhadores da Indústria do Petróleo do Estado do RJ – SINDIPETRO
Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação – SEPE Angra
Superintendência de Documentação – SDC/UFF
Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas, Movimentos Sociais e Culturas – GPMC/UFRRJ
Coletivo Independente Nhoirú Eté –
Apoiadores e Amigos das Comunidades Indígenas no Rio de Janeiro